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Iniciativa do deputado Campos Machado avançou para formação de movimento apartidário de atuação nacional, composto por entidades internacionais, jornalistas, e com apoio de parlamentares e magistrados, promotores públicos, professores de direito, estudantes e delegados de polícia.

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Na última quinta-feira (08/06/2017), o Auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em lotação jamais vista anteriormente, sediou o lançamento da Frende Nacional Contra Liberação da Maconha e da Cocaína, um movimento apartidário que vai promover diversas ações e uma campanha Antidrogas em todo o país, a começar nos municípios paulistas.

De iniciativa do deputado Campos Machado, presidente estadual e Secretário-Geral da executiva nacional do PTB, a Frente é composta por notórias autoridades na luta contra as drogas, como a escritora e chefe de reportagem da Rádio Jovem Pan, Izilda Alves, principal articuladora da Campanha Pela Vida Contra as Drogas; Miguel Tortorelli, vice-presidente nacional da Federação do Amor Exigente (FEAE) e Ana Knauft, coordenadora da Organização Mundo Sem Drogas, entidade presente em mais de 180 países.

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Campos Machado deixou explícito em sua fala a preocupação da nova Frente Nacional com o julgamento em trâmite no STF, de um recurso que pede a inconstitucionalidade do artigo 28 da Lei Antidrogas e que já conta 3 votos de ministros favoráveis à descriminalização da maconha (Luiz Facchin, Gilmar Mendes e Roberto Barroso).

"Nunca pensei que a liberação da maconha entrasse em pauta na mais alta corte do país e estou indignado não apenas com o voto do ministro Barroso, mas com a campanha que ele vem fazendo em defesa do consumo e da venda, da maconha e da cocaína. Será que ele sabe o prejuízo de um país sufocado pela droga? ", afirmou Campos.

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E, além de questionar os argumentos de que a liberação vai acabar com o tráfico ou superlotação das cadeias, o deputado criticou duramente o fato de Barroso ter proposto que liberação das drogas fosse 'experimentada' por 10 anos, como teste.

"O que que é isso, ministro? Experimentação? Vocês não estão lidando com ratos, com macacos, com animais. Estão lidando com seres humanos. Em 10 anos vocês vão destruir não só uma geração, mas uma sociedade, um país", completou.

​Dentre as primeiras ações da frente, está uma campanha com outdoors espalhados pelo Estado e a distribuição de materiais da Mundo Sem Drogas, propondo que a cada mentira sobre as drogas, sejam contadas 5 verdades.

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A jornalista Izilda Alves ressaltou que "essa frente é a esperança das famílias". Segundo ela "as famílias que passam por isso não têm nada, o dependente chega a um ponto que ele não raciocina mais, só pensa na droga e pela droga ele pode matar [...] chega de ir a velório vamos a festas e comemoração. Obrigada por essa iniciativa, Campos".

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Miguel Tortorelli, que coordena políticas públicas contra as drogas, também deu seu depoimento pessoal:

"Minha filha morou na rua por 5 anos. Hoje ela está bem, mas só porque nós fizemos um ato de amor, a internamos de forma involuntária", completou e conclamou os presentes para mobilizações online e presenciais, que serão organizadas a fim de que o Supremo não ceda à liberação das drogas.

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Autoridades governamentais, como o secretário-adjunto da Justiça e da Defesa da Cidadania do Governo do Estado de São Paulo, Dr. Luiz Souto Madureira; o Superintendente do Ministério do Trabalho, Eduardo Anastasi e o ex-deputado Coronel Edson Ferrarini, que luta contra as drogas há 40 anos; Sérgio Redó (Presidente da Associação Paulista de Imprensa - que tem mais de 73 mil jornalistas filiados no Estado); Padre Fradão; Euclides Conradim, comandante da Superintendência de Planejamento da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo e Joylton Catai, da Guarda Civil Metropolitano de Jandira, também compuseram a mesa de honra.

Também marcaram presença: Marlene Campos Machado; deputado federal Gilberto Nascimento; Lucas Zacarias (vereador de Santo André); Luiz Zacarias (vice-prefeito e secretário de obras de Santo André); além de prefeitos, vereadores do interior de São Paulo, magistrados, promotores públicos, professores de direito, estudantes e delegados de polícia.

 

Depoimentos:

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"Precisa haver a repressão contra aqueles que vão vender drogas e aliciar os jovens. Mas é Importante que as escolas façam projetos preventivos", Euclides Conradim, comandante da Superintendência de Planejamento da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo e coordenador do grupo de prevenção as drogas da Guarda Civil.

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"Fizemos uma doação de 2 milhões de folhetos informativos sobre os males das drogas mais consumidas no mundo e vamos conseguir mais doações desses materiais para introduzirmos esse material nas escolas para trabalhar com jovens de 11 a 21 anos. A arma mais efetiva contra as drogas, é a informação, fatos verdadeiros e estudados. Se a gente não decide por fazer algo, não adianta cobrar dos meus superiores", Ana Knauft, coordenadora da Mundo Sem Drogas.

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"Nessa minha caminhada de 40 anos resgatando pessoas recuperando vidas. Ouvindo almas, o passou pelas minhas mãos é quase um maracanã lotado, mais de 100 mil pessoas. E ter de ouvir um ministro dizer uma barbaridade dessas. Nunca vi um paciente meu que contasse ter sido obrigado a usar droga, ao contrário, todo mundo sabe que começa pela maconha e vem sempre pela mão de um amigo. Como um membro da Suprema Corte pode querer facilitar uma coisas dessas?, ex-deputado, Coronel Edson Ferrarini.

"Deus, pátria e família. Se destruímos esses valores, nós destruímos o ser humano . O cara que defende isso [a liberação das drogas] não conhece Deus, não sabe o que é a Pátria e muito menos o que é a Família", Padre Fradão.

"Eu represento a Associação Paulista de Imprensa - somos 15 mil jornalistas na Capital, 73.800 jornalistas em todo o Estado de São Paulo, e estamos apoiando integralmente, pois esse é um ato que representa a sociedade", Sérgio Redó, advogado e presidente da Associação Paulista de Imprensa.

ASSISTA AO VÍDEO INSTITUCIONAL DO LANÇAMENTO DA FRENTE NACIONAL:

https://www.youtube.com/watch?v=ZZcD5SxCtwo&feature=youtu.be

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