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Líder de movimentos femininos, anteriormente cogitada como vice de Márcio França, disputará vaga na Câmara Federal

 

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Uma das principais apostas do PTB para a disputa da Câmara Federal é Marlene Campos Machado, presidente do PTB Mulher – movimento que conta com mais de 550 mil filiadas em todo o país – e que obteve mais de 333 mil votos na primeira eleição que disputou, em 2014, no pleito ao Senado Federal.

 

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“Esse é o momento de nos unirmos para renovar a Câmara Federal, já é chegada a hora de construir um Brasil com menos impostos e serviços públicos mais eficientes, em que todos tenham oportunidades de prosperar”, afirmou Marlene Campos Machado, durante seu discurso na Convenção estadual do partido no último sábado (04/08), em São Paulo.

 

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Mesmo nunca tendo ocupado um cargo público, Marlene é empresária e tem uma atuação significativa em ações sociais, promovendo mutirões de saúde, cursos de profissionalização nas comunidades nos últimos 20 anos, que ajudaram mais de 10 mil famílias.

Uma das principais referências em análises sobre a participação da Mulher na política, por meio do Projeto Mulheres Inspiradoras (PMI), Marlene coordenou todos os partidos políticos na campanha nacional por “Mais Mulheres no Política”, que obteve apoio massivo de parlamentares e pautou a PEC 98 no Senado Federal.

 

Agenda em favor dos municípios

 

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Durante seu discurso inicial, Marlene Campos Machado também destacou a necessidade de se realizar uma Reforma Tributária, já que o sistema atual é confuso e desatualizado.

 

A candidata pelo PTB-SP entende que a alta carga de impostos paga pelo cidadão não se reflete na atuação do poder público. Prova disso é que o Brasil é classificado como um país emergente e não de primeiro mundo, para manter a adoção de um modelo que atualmente está em vigor e prejudica empresários, trabalhadores e cidadãos que pagam muitos impostos.


“A gente vê um parlamento Federal que não briga pelos municípios, mas pelos próprios interesses. O que eu quero em Brasília é lutar com muita determinação e força para quebrar regras, mudando leis para que a gente possa transformar realmente essa situação de abandono que os municípios estão vivendo”, concluiu a candidata a Deputada Federal.

Participação feminina no Parlamento está abaixo da média mundial

 

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O ranking sobre a presença feminina no Parlamento, organizado pelo Projeto Mulheres Inspiradoras, coordenado por Marlene, mostra que o Brasil está atualmente 28% abaixo da média mundial verificada no ano de 1990. O estudo, que utiliza dados do Banco Mundial, coloca o Brasil na 115ª posição entre 138 países e indica que 95,8% das mulheres que se candidataram em 2014 e 2016 não foram eleitas. Nas últimas eleições para vereadoras, a média percentual de candidatas com menos de dez votos nominais foi de 34,70%.

 

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"Os partidos precisam deixar de enxergar a mulher apenas como uma cota. O sistema político precisa passar por uma reforma estrutural que favoreça a inserção de novas lideranças", reforça Marlene.

 

Marlene também foi candidata a vice-prefeita em 2016, na chapa de Celso Russomanno.

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